Após um ano de pandemia organizações analisam novas práticas de gestão
Pouco mais de um ano após o início da pandemia, ainda enfrentamos desafios, principalmente quando olhamos para esse cenário no Brasil. Junto desses desafios, os aprendizados durante todo esse período e os questionamentos de como poderemos enfrentar o que vem pela frente, também fazem parte do novo dia a dia das organizações.
O teletrabalho já virou rotina e foi a solução para empresas de diversos segmentos, e no mercado jurídico não foi diferente. Já é um debate presente nos escritórios de advocacia sobre o melhor modelo de trabalho para o futuro, levando em consideração a flexibilidade e as mudanças advindas da pandemia em um mundo cada vez mais virtual.
Por mais que as ferramentas digitais tenham sido bem integradas nas empresas, sabemos que existem novos desafios. Como manter uma cultura organizacional forte em tempos de distanciamento social? A liderança precisa mudar? E o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional durante o home office? Como se adaptar e manter a integração entre os times neste cenário? Estas são algumas das perguntas mais frequentes que empresas de todos os portes têm feito.
A convite do Latin Lawyer, nosso managing partner Amir Bocayuva comentou um pouco sobre este cenário. Para ele, há uma dificuldade em estabelecer uma divisão entre o trabalho e a vida pessoal.
Durante a entrevista, Amir também comentou sobre o posicionamento do BMA para enfrentar alguns destes desafios, como o processo de integração e aprendizado dos advogados júniores com os mais sêniores e sócios. “Nós estamos trabalhando em algumas iniciativas e aumentando nossa comunicação com os advogados, é o nosso principal objetivo e será um processo de aprendizagem”.
Entendemos que, em um cenário pós-pandemia, as empresas terão de se reinventar, investindo cada vez mais na junção de uma comunicação eficaz e da tecnologia como importantes ferramentas para construção de novos modelos de trabalho e gestão. Hoje, organizações olham atentamente para o futuro com um senso de coletividade e flexibilidade para enfrentar estes novos desafios.
Clique aqui e confira a entrevista na íntegra.