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Modelo de trabalho remoto impulsiona consideravelmente os "nômades digitais"; Confira

28.11.2022 2 minutos de leitura

​Não é de hoje que muitas pessoas almejam conciliar sua rotina de trabalho com a viagem dos sonhos, mas o que anos atrás poderia parecer quase impossível, graças ao modelo de trabalho remoto e os serviços de aluguel de hospedagem, como o Airbnb, milhares de pessoas estão realizando seus desejos de trabalhar nos mais diversos lugares do mundo.

Devido ao aumento de vagas que disponibilizam o formato de trabalho remoto, decorrente ao período de pandemia que vivemos nos últimos anos, houve um aumento considerável no número de pessoas que alugam estadias de longa duração para conhecerem novos lugares ao redor do mundo e manterem sua rotina de trabalho.

Por isso, o Airbnb divulgou um guia para governos e destinos detalhando recomendações de como as comunidades podem se beneficiar economicamente com a chegada de trabalhadores remotos. Esses “nômades digitais”, ou seja, trabalhadores que podem tanto mudar de serviço quanto de residência, estão sendo cada vez mais aceitos no mercado de trabalho atual, sejam eles freelancers ou trabalhadores com carteira assinada.

Durante entrevista concedida ao Jota, nosso sócio da área de pesquisa, Vitor Butruce, falou sobre o tema. “Essas modalidades variam de acordo com o grau de autonomia que os empregados têm nas suas relações com as empresas, e essas diferenças podem gerar direitos e deveres também distintos. Pensando em quem pretende trabalhar de forma remota em outros países, aquilo que se convencionou designar “nômade digital”, é importante saber que diversos países passaram a regulamentar vistos específicos para esse tipo de estadia – movimento que o Brasil acompanhou com a edição da Resolução CNIg nº 45/2021 do Ministério de Justiça”, afirmou Vitor.

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