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Reforma Tributária

Amir Bocayuva comenta sobre o que esperar do mercado jurídico nos próximos meses; Confira

15.02.2023 2 minutos de leitura

​Com clientes buscando cada vez mais eficiência e inovação na contratação de serviços, não só na adesão de novas tecnologias, mas também de atitudes que permitam melhores resultados, diversos assuntos relacionados a inovação entraram em pauta no mercado jurídico durante o ano passado.

Essa nova realidade tem feito com que diversas empresas reflitam sobre como podem recrutar talentos, ouvir e proporcionar boas experiências aos seus clientes, o que não poderia ser diferente entre os grandes escritórios de advocacia, que começaram a buscar soluções que otimizem o tempo dos advogados, para que possam se dedicar às suas estratégias e à captação de clientes.

Com a chegada do novo governo e redução de incertezas na esfera política, espera-se que o crescimento exponencial dos temas associados à regulação de novas tecnologias, intensificação dos programas de compliance, ESG, governança corporativa e a possível reforma tributária movimentem 2023.

“Com a definição do novo presidente, Congresso Nacional e governadores, a incerteza política diminuiu no Brasil. Somos um grande expoente da economia mundial na atração de investimentos e nas agendas positivas para os próximos anos. A concretização desses investimentos dependerá, em boa medida, da condução da agenda econômica pelo novo governo, em especial no que diz respeito à questão do equilíbrio fiscal, a fim de gerar confiança nos investidores internacionais”, disse nosso sócio-diretor Amir Bocayuva, durante entrevista concedida ao portal LexLatin, sobre o que esperar do mercado jurídico nos próximos meses.

“Acredito que os setores de energia, em especial o gás e as fontes renováveis, infraestrutura, negócios digitais e proteção de dados deverão manter um nível de atração de investimentos relevante. Também acreditamos que 2023 deverá gerar oportunidades para combinação de negócios e reestruturação de empresas, o que tende a manter a área de M&A e de reestruturações bastante ativa”, conclui Bocayuva.

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