Pandemia faz aumentar busca por planejamento sucessório empresarial no DF
Assim como as demais cidades do país, hoje, a capital federativa vive um contexto inimaginável. Com a mudança de comportamento, nas relações de trabalho, na saúde e economia, desencadeada pela pandemia, percebem-se alguns novos direcionadores de tendências. Empresas de diversos segmentos buscam segurança e perenidade para se adaptar ao novo contexto, a reinvenção do negócio e projetos para novas perspectivas se fazem necessários.
Para alcançar tais feitos, alguns especialistas perceberam que as empresas familiares começaram a procurar um planejamento sucessório para seus negócios. Analisando o crescimento elevado na procura deste serviço, nosso sócio André Macedo e o advogado Giovani Menicucci discutiram o tema em artigo ao portal Metrópoles.
Durante a publicação os advogados apontam que a partir de informações disponibilizadas pelo Sebrae e IBGE, essas empresas representam cerca de 90% dos empreendimentos no Brasil, e percebem a necessidade de profissionalizar a gestão, a adaptação à novas tecnologias, sobre as divergências entre as gerações e, sobretudo, a administração do negócio.
“Nesse novo e preocupante contexto, além das vantagens jurídicas e econômicas, como redução de custos, o planejamento sucessório traz transparência, segurança e confiança para a atividade empresarial familiar. É essencial para assegurar a continuidade dos negócios por mais de uma geração. Empresas familiares, em muitos casos, perdem a continuidade nas gerações seguintes por falta de um planejamento próprio, que tem se acentuado, inclusive, diante dos desafios impostos pela pandemia”, afirmam os especialistas.
Este planejamento, necessita de tempo, preparo, estudo, transparência e diversas reuniões de alinhamento. No entanto, ao contrário de conflitos judiciais infindáveis, ele revela um novo olhar para a concretização do direito no âmbito empresarial e familiar. Com isso, preservam-se não apenas empregos e negócios, mas também a integridade dos núcleos familiares.
Clique aqui e confira o artigo completo na íntegra.