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BMA Diversidade ajusta governança e elege líderes para os grupos de propagadores; conheça os da causa LGBTQIAPN+

Edição #83 18.06.2024 3 minutos de leitura

Propagar. Verbo transitivo direto que significa multiplicar, espalhar por um território, aumentar numericamente por contágio. As definições, tiradas do dicionário Houaiss, explicam de maneira precisa a missão de um importante grupo dentro do BMA Diversidade. Os propagadores da diversidade têm como função disseminar os preceitos do comitê, que, por sua vez, procura mostrar como a diversidade pode ser um instrumento de transformação social, que enriquece o ambiente de trabalho e promove valiosas trocas de pontos de vista.

O BMA Diversidade conta, agora, com uma nova estrutura de governança para os líderes dos diferentes grupos de propagadores, que representam as causas LGBTQIAPN+, de gênero, liberdade religiosa, das pessoas com deficiência e das pessoas negras. A função de liderança será exercida por integrantes de diferentes áreas do escritório, que terão a responsabilidade de liderar iniciativas, promover diálogos sobre diversidade e ajudar a criar um ambiente acolhedor e inclusivo para todos. Como no dia 28 de junho é celebrado o Dia do Orgulho LGBTQIAPN+, procuramos os líderes recém-eleitos do grupo dedicado a essa causa no BMA, Dayana Bege Lage Magalhães, Fábio dos Reis Leitão Luiz Antonio Galvão, para detalhar os principais desafios de tratar do assunto em um escritório de advocacia.


COMPROMISSO COM A INCLUSÃO

"Costumo dizer que o BMA que eu conheci em 2013 não é o mesmo de 2024. E isso é ótimo! O comprometimento com a qualidade técnica e o atendimento ao cliente são constantes, mas são nítidos os avanços que estão sendo obtidos no âmbito da diversidade e da inclusão", celebra Fábio, advogado da área de Solução de Conflitos. "Desde a criação do BMA Diversidade, o escritório tem se tornado pouco a pouco um lugar mais acolhedor para as pessoas LGBTQIAPN+, especialmente com as diversas demonstrações de que essa é uma pauta importante para o BMA", completa Luiz, advogado da área Concorrencial.

Para Dayana, analista de RH da Gerência de Pessoas, ser uma mulher lésbica e fazer parte da liderança é relevante, pois transmite segurança e aceitação aos integrantes. "É importante que haja alguém que tem orgulho de ser quem é para trazer projetos sem medo de se esconder. Passei muito tempo sem poder ser quem eu sou, e, aqui, me senti acolhida. Nós somos uma realidade, não somos LGBTQIA+ só em junho, mas o ano inteiro", aponta ela. "A missão do grupo de propagadores é não deixar as pessoas esquecerem a nossa causa. Nosso maior desafio é enfrentar o preconceito enraizado que existe no meio jurídico, que é bastante conservador, embora essa não seja a realidade do BMA", acrescenta.

Luiz Antonio faz coro sobre a importância de os líderes do grupo mostrarem a todos que o escritório é, cada vez mais, um local de acolhimento e aceitação para os diferentes grupos sociais: "O grupo deve funcionar como um espaço seguro para que as pessoas possam procurá-lo para tratar do assunto. Os líderes do grupo de propagadores da diversidade devem atuar como representantes da causa, difundindo a diversidade dentro do escritório".


FAZENDO A DIFERENÇA NO SÉCULO XXI

Fábio, por sua vez, lembra que a diversidade e a inclusão são questões essenciais para qualquer empresa no século XXI, e que tratar do tema com seriedade permite a retenção de jovens talentos e a perenidade do negócio: "A grande missão, no que diz respeito à atração e à retenção de talentos, ainda mais de uma nova geração que busca cada vez mais um propósito em todas as suas atividades, passa pela criação de um ambiente seguro e acolhedor, onde todos se sintam valorizados e respeitados, independentemente de suas origens e identidades. Os líderes do grupo de propagadores da diversidade devem ser defensores ativos e visíveis da inclusão dentro do escritório, uma referência para todos".


>>> Artigo escrito por Mariana Brugger para o BMA Diversidade.

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